Lázaro Faria
Fundou, em 1980, um dos primeiros canais de TV comunitários do Brasil em Camaçari, e dirigiu seu primeiro filme de média-metragem “A Comunidade no Poder”. Nesse período desempenhou a função de produtor executivo, diretor de cenas, de programas de televisão e de campanhas de marketing político. Dirigiu e fotografou “Orixás da Bahia”; “Satytananda”; “Amazônias”. Em 2000, produziu e dirigiu seu primeiro longa-metragem “A Cidade das Mulheres”, e recebeu os prêmios do BNDS, Petrobras, Tatu de Ouro, além de ser convidado para diversos Festivais nacionais e internacionais e Universidades como Filadélfia, Michigan e NotreDame. Criador do sistema “Geovideo”, ferramenta digital de inspeção que grava imagens voando mais de 10 mil km de helicóptero, Lázaro Faria, atualmente é presidente da Casa de Cinema da Bahia, onde produz documentários para TV, filmes de ficção, e a produz seu longa-metragem “2 de Julho”.
CURRICULO RESUMIDO LAZARO FARIA
SESI Itapetininga realiza mesa redonda sobre Cinema Nordestino
São Paulo 20/10/2011 – O Nordeste e o cinema brasileiro serão temas de mesa redonda sediada no SESI Itapetininga como parte da 6ª Mostra Paulista de Cinema Nordestino. O encontro, gratuito, será realizado na quinta-feira (03/11), às 17h. Diretores de filme de ficção, documentários e de animação produzidos nos principais centros do nordeste conversarão com cineastas e pesquisadores de São Paulo sobre o fazer cinematográfico fora do eixo Rio- São Paulo. O debate será mediado por Gregório Bacic, documentarista, diretor do programa “Provocações” da TV Cultura e idealizador da Mostra Paulista de Cinema Nordestino.
Os participantes do Nordeste serão Diego Akel, cineasta animador do Ceará, que falará sobre a produção de animação no Brasil, com foco na produção cearense; Gabriel Mascaro, cineasta, documentarista de Pernambuco, comentará sobre o esquema colaborativo de produção de filmes em Pernambuco; e Lázaro Faria, cineasta baiano, explanará sobre a produção de filmes na Bahia e a importância de festivais para a circulação dessa produção. De São Paulo, Inácio Araújo: crítico de cinema pela Folha de São Paulo, falará sobre crítica de filmes brasileiros, sobretudo os produzidos no Nordeste. Márcia Fusaro pesquisadora em semiótica pela PUC-SP, aborda a pesquisa de filmes nordestinos.
Sobre os participantes:
Gabriel Mascaro
Gabriel Mascaro vive e trabalha em Recife. Formado em Comunicação (UFPE), integra o coletivo Símio Filmes e a produtora Desvia. Co-dirigiu o documentário “KFZ-1348″ (prêmio especial do júri na Mostra de SP) e dirigiu o documentário “Um Lugar ao Sol”, exibido em mais de 40 festivais internacionais como Los Ângeles, Miami, CPHdox, Cartagena, VisionsduRèel, Munique, Bafici, Indielisboa, Bratislava e Toulouse..Sua produção recente em lançamento é o curta “As Aventuras de Paulo Bruscky” e o longa-metragem “Avenida Brasília Formosa”, exibido nos festivais de Roterdã, Jihlava, BAFICI, Vancouver, Valdivia.
Diego Akel
Com formação em Filosofia e Design, Diego Akel é ilustrador, artista plástico, animador e cineasta. Iniciou seus experimentos com cinema de animação em 1998, e hoje já acumula mais de uma dezena de curtas produzidos, tendo participado de inúmeros festivais pelo Brasil e pelo mundo e recebido diversos prêmios. Seu foco é nas técnicas experimentais de animação, misturando abordagens tradicionais e contemporâneas.
Lázaro Faria
Fundou, em 1980, um dos primeiros canais de TV comunitários do Brasil em Camaçari, e dirigiu seu primeiro filme de média-metragem “A Comunidade no Poder”. Nesse período desempenhou a função de produtor executivo, diretor de cenas, de programas de televisão e de campanhas de marketing político. Dirigiu e fotografou “Orixás da Bahia”; “Satytananda”; “Amazônias”. Em 2000, produziu e dirigiu seu primeiro longa-metragem “A Cidade das Mulheres”, e recebeu os prêmios do BNDS, Petrobras, Tatu de Ouro, além de ser convidado para diversos Festivais nacionais e internacionais e Universidades como Filadélfia, Michigan e NotreDame. Criador do sistema “Geovideo”, ferramenta digital de inspeção que grava imagens voando mais de 10 mil km de helicóptero, Lázaro Faria, atualmente é presidente da Casa de Cinema da Bahia, onde produz documentários para TV, filmes de ficção, e a produz seu longa-metragem “2 de Julho”.
Gregório Bacic
Gregório Bacic é jornalista, documentarista e escritor. Ao lado de Antônio Abujamra, é um dos criadores e Diretor do programa “Provocações”, há 11 anos no ar na TV Cultura de São Paulo. Criou e dirigiu também, o documentário “Retrato de Classe” (1977), exibido pela Rede Globo de Televisão e considerado hoje um marco cinedocumental brasileiro. Dirigiu ainda o Departamento de Jornalismo da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, foi Diretor Geral de Programas Educacionais da TV Cultura de São Paulo, Diretor de Tecnologia Educacional da TV Educativa do Rio de Janeiro e Diretor de Produção da TV Escola do Ministério da Educação. Participou como autor de parte da telenovela “Mandacaru”, realizada pela Rede Manchete de Televisão. Como docente, lecionou Direção em curso de aperfeiçoamento de diretores da Televisão Pública de Angola, em Luanda. É ainda o criador e diretor da Mostra Paulista de Cinema Nordestino, que ocorre anualmente na periferia da capital e no interior do Estado de São Paulo.
Inácio Araújo
Inácio Araújo é crítico de cinema do jornal Folha de São Paulo, autor de dois livros sobre o assunto: “Hitchcock, o mestre do medo” e “Cinema, o Mundo em Movimento”. É escritor, autor do romance “Casa de Meninas” (prêmio APCA de autor revelação, 1987, em 2a. ed. pela Imprensa Oficial do Estado/SP), do romance juvenil “Uma Chance na Vida”. Entre os anos 1970 e 1980, foi montador, roteirista e assistente de direção e montagem em diversas produções. Escreveu, montou e dirigiu “Aula de Sanfona”, episódio do filme “As Safadas” (1982).
Márcia Fusaro
Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP com a pesquisa “Tempo-memória no cinema: o instante (in)capturável”; Mestre em História da Ciência pela PUC-SP com a dissertação: “Ciência e Literatura: um possível diálogo sobre Clarice Lispector e o (seu) tempo”; Especialista em Língua, Literatura e Semiótica; Bacharel e Licenciada em Letras-Tradutor e Intérprete. Atualmente é professora e coordenadora do curso de Letras da Universidade Nove de Julho – UNINOVE. Pesquisa as interfaces entre cinema, literatura, comunicação e ciência.
SERVIÇO:
SESI Cinema – Mesa Redonda 6º Mostra Paulista de Cinema Nordestino
Local: SESI Itapetininga – Av. Padre Antonio Brunetti, 1.360 – Vila Rio Branco.
Data e horário: dia 03/11 (quinta-feira), às 17h.
Capacidade: 252 lugares
Informações: (15) 3275-7949 e 3275-7950
Duração: 180 minutos
Recomendação etária: 12 anos – temática complexa.
Entrada: Franca
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SESI-SP e SENAI-SP / FIESP www.sesisp.org.br e www.sp.senai.br
Jornalistas: Rosângela Gallardo, Danusa Etcheverria e Rodrigo Marinheiro
Apoio de atendimento: Karina Silva
E-mail: imprensa@sesisenaisp.org.br
Tels.: (11) 3146-7703 / 7702 / 7724
Curriculo Lazaro Faria
Lázaro Faria nasceu no Sul de Minas Gerais na cidade de Lambari em 08 de dezembro de 1956. Começou sua carreira em Belo Horizonte como assistente de produção de rádio, cinema e televisão na PTC. Aos 19 anos viaja para a Bahia e faz um filme em Arembepe.
Trabalhou na Sany Filmes como operador de câmera de cinema, nas agências de publicidade: Divisão Publicidade, Randan Comunicação, Norton Publicidade, como produtor e diretor de filmes publicitários e documentários.
Em 1980 fundou um dos primeiros canais de TV comunitários do Brasil em Camaçari, onde produziu e exibiu vários programas de televisão voltados para pequenas comunidades; dirigiu seu primeiro filme de média-metragem “A Comunidade no Poder”.
Produz para o observatório astronômico “Antares”, de Feira de Santana, um documentário sobre o Cometa Harley.
Em 1985, é contratado pela matriz da CBBA Propeg, onde desempenha a função de produtor executivo e diretor de cenas de mais de 1000 comercias em cinema para clientes como Correios, Telebrás, Governo da Bahia, Governo de Pernambuco, Governo Federal, Ministério das Comunicações, Lojas Insinuante, Banco Econômico, etc.
Neste período, dirige diversos programas de televisão, para Campanhas de Marketing Político, para os candidatos a Governador: ACM, Miguel Arraez, Paulo Souto, Cesar Borges e para o candidato a Prefeito Antonio Embassay. Todas campanhas saem vitoriosas.
A partir daí, dirige e produz séries de programas para TV, como “Pernabuco 90”, Programa diário de 90 segundos, durante 11meses. E “Quem Quer Faz”, Programa de 3 minutos, veiculado na TV Globo durante o Fantástico , durante um ano. Dirige filmetes de 15 segundos para cada um dos municípios da Bahia, para a Telebahia.
Ganhou os prêmios Colunistas e Profissional do ano da Rede Globo por várias vezes.
Em 1990 funda sua empresa a X Filmes da Bahia, onde produz comerciais para todo o Brasil, institucionais e programas de marketing político para televisão . Produziu,dirigiu e fotografou em 16 mm o documentário “Orixás da Bahia”; viajou para a Índia para produções; dirigiu e fotografou o documentário em vídeo “Satytananda”; documenta várias festas populares e fez um documentário para cinema sobre a festa de Yemanjá; viajou numa expedição às fronteiras da Amazônia Ocidental fazendo o filme “Amazônias”; em 2000 começou a produção e direção do seu primeiro Longa Metragem “A Cidade das Mulheres”, recebendo prêmio do BNDS e patrocínio da Petrobras; e em 2005, faz o lançamento no Teatro Castro Alves para 1500 convidados e ganha o premio “Tatu de Ouro” como melhor longa metragem na XXXII Jornada de Cinema da Bahia.No mesmo ano, produz, dirige e fotografa “Mandinga em Manhattam”, documentário sobre como a capoeira se espalhou pelo mundo, gravado no Brasil e nos Estados Unidos. A partir daí foi convidado com seus filmes para diversos Festivais no Brasil e exterior e em Universidades como Filadélfia, Michigan e Notre Dame.
Criou o sistema “Geovideo”, ferramenta digital de inspeção e grava imagens geo referenciadas aéreas do “Gasoduto Bolívia Brasil” e “Gazene”, voando mais de 10 mil km de helicóptero; esta tecnologia é usada para inspecionar gasodutos, estradas, ferrovias, rios, etc. Possibilitando precisão, segurança e comodidade para os clientes.
Em 2007 lança a primeira edição do “BAHIA AFRO FILM FESTIVAL” no palácio da Aclamação, hoje já na sua IV edição.
Atualmente é presidente da Casa de Cinema da Bahia, onde desenvolve projetos de reciclagem profissional na área cinematográfica e a produção de documentários e filmes de ficção, como o documentário para TV “Mandinga en Colombia” em co-produção com a TV Publica Colombiana, e o documentário em co-produção com a Suíça, “ Connecting South ”, com a participação de Gilberto Gil.
Atualmente Lázaro Faria está em produção do filme de longa metragem histórico “2 de Julho” sobre a guerra da Independência da Bahia, que aconteceu no final dos anos 1822 e terminando em 2 de Julho de 1823, com a consolidação da Independência do Brasil.
Currriculo Resumido Lazaro Faria em Ingles
Lazaro Faria started in 1990 in Bahia X Movies, where he produced commercials for all of Brazil, political and institutional marketing programs for television.
Next years, he produces and directs in 16 mm documentary “Orishas of Bahia”, and travels to India produces, directs the documentary video “Satytananda,” makes a documentary film about the party Yemanjá , travels on an expedition of the Amazon and western boundaries makes the film “Amazon”
He begins production and directing in 2000 his first feature movie “City of Women,” that received awards from BNDS and sponsored by Petrobras. In 2005, the launch joined 1500 invited to Castro Alves Theatre and won the “Golden Armadillo” for best feature film at the XXXII Journey Film of Bahia,
In the Same year produces and directs and photographs “Mandinga in Manhattan,” a documentary about capoeira that has spread around the world, recorded in Brazil and the United States. From there he was invited with his films for different festivals in Brazil and abroad, as well as Universities, Philadelphia, Pennsylvania, Michigan and Notredame.
Create system “GeoVid” digital tool and inspection records images of air “Bolivia Brazil” and “Gazene” flying over 10.000 km of helicopter is used this technology to inspect pipelines, roads, railways, rivers etc. ..
Now he is president of Casa de Cinema da Bahia, where he develops professional recycling projects in the area and production of film documentaries and fiction films such as TV documentary “Mandinga en Colombia” in co-production with Public TV documentary and Colombian co-production of Switzerland, “Connecting South”, with the participation of Gilberto Gil.
Lazaro Faria is currently in production feature historic movie “July 2″ on the war of Independence of Bahia.
Apresentação e currículo Casa de Cinema da Bahia
APRESENTAÇÃO
A Casa de Cinema da Bahia – CINEMBA é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 2003 e qualificada pelo Ministério da Justiça como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público).
A sede da CINEMBA está localizada num antigo casarão no centro histórico do Pelourinho, em Salvador – Bahia e possui infra-estrutura completa, com estúdio, salas, Ilhas de Edição, Pabx, Internet. É um local de encontros e debates com realizadores independentes, estudantes e profissionais do audiovisual.
ATIVIDADES:
1. Registro das tradições culturais
Estamos atentos à preservação e promoção de tradições culturais, utilizando o audiovisual para registro do Patrimônio Imaterial brasileiro. Por meio de parcerias com governos e empresas, oferecemos serviços de roteiro, produção, direção e filmagem das festas populares e manifestações artísticas e culturais brasileiras – particularmente as baianas.
2. Inclusão social pelo audiovisual
Difundimos a linguagem audiovisual como instrumento educativo e de transformação social. Através de oficinas voltadas para populações socialmente excluídas, incentivamos a visão crítica e a ampliação do repertório cultural de adolescentes e jovens, criando novas oportunidades de atuação profissional.
3. Agência de filmes
Oferecemos apoio a realizadores independentes e produtoras, em todas as etapas de realização: da captação de recursos à estratégia de distribuição, elaborando planos de marketing específicos para cada filme.
Para distribuidores e organizadores de festivais no Brasil e no exterior, fazemos curadoria de obras significativas da linguagem audiovisual contemporânea, especialmente curtas-metragens e documentários.
4. Promoção de mostras e eventos
Ampliamos o acesso à linguagem audiovisual, levando às comunidades com escassa oferta de serviços na área da cultura a oportunidade de conhecer mais sobre o mundo e sobre si mesmas. Através de mostras itinerantes, privilegiamos as produções baianas, que mostram a arte, cultura e história do nosso povo.
5. Formação e atualização profissional
Realizamos cursos livres e workshops com renomados realizadores de cinema e vídeo, buscando oferecer uma formação específica a estudantes e jovens que buscam a inserção no mercado de audiovisual, além de capacitar profissionais que já atuam na área com as técnicas mais atuais.
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O que é uma OSCIP?
O título de OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) é uma qualificação do Governo Federal atribuída a entidades sem fins lucrativos que atuam de acordo com princípios da esfera pública na produção do bem comum. Esta qualificação capacita a Casa de Cinema da Bahia a gerar projetos, assumir responsabilidades, empreender iniciativas e mobilizar pessoas e recursos necessários ao desenvolvimento social e cultural brasileiro.
Como contribuir…
DOAÇÕES – PESSOA JURÍDICA
As doações de pessoas jurídicas tributadas pelo regime de lucro real podem ser deduzidas do Imposto de Renda até o limite de 2% do lucro operacional, antes de computada a sua dedução.
INCENTIVOS FISCAIS
Projetos inscritos pela Casa de Cinema da Bahia e aprovados pela Lei do Audiovisual (MINC) podem receber patrocínios e doações de pessoas jurídicas (com base em lucro real), dedutíveis em até 3% do imposto devido, e até 6% para pessoas físicas. No caso de projetos beneficiados pela Lei Rouanet,o limite é de 4%.
CURRÍCULO DA CASA DE CINEMA DA BAHIA
Ano: 2003
Lançamento do curta-metragem O Corneteiro Lopes em 35mm, dirigido por Lázaro Faria em parceria com a produtora X Filmes.
Pesquisa e argumento do longa-metragem “Dois de Julho – a Guerra da Independência”, desenvolvido em parceria com quatro importantes historiadores baianos. Roteiro em desenvolvimento e projeto recentemente aprovado em edital do Governo do Estado.
Ano: 2004
JUNHO – Lançamento do curso “Cinema no Vestibular da UFBA”, realizado em dez aulas. Exibidos os dez filmes indicados para o concurso de vestibular da Universidade Federal da Bahia, foram ministradas palestras com cineastas e professores pesquisadores da área. Com uma turma formada por alunos de quatro ONG`s, o curso discutiu, analisou e despertou no aluno do pré-vestibular, a sensibilidade para a linguagem cinematográfica.
JULHO – Realização da Mostra de Curtas Baianos no Vale do Capão, Chapada Diamantina. Nesta comunidade desprovida de meios tecnológicos, também foi produzida pela Casa uma transmissão via satélite, direto de Toronto (Canadá), com Prem Rawat. A Mostra de Curtas abriu a 2º Mostra de Cinema Brasileiro no Vale do Capão, promovido pelo Cacine/FTC.
Exibição do curta-metragem O Corneteiro Lopes em praça pública no Pelourinho, dia 2 de julho (data de comemoração da Independência da Bahia), para um público diverso – estudantes, ambientalistas, políticos, etc. – e pré-lançamento do DVD educativo composto de três partes: pesquisa histórica, comentada pelo professor Cid Teixeira, “making off” e o filme de ficção.
AGOSTO – Participação no projeto Museus A Gosto de Todos, realizado pelo IPAC – Instituto do Patrimônio, dias 21 e 22 no Pelourinho. A Casa de Cinema da Bahia realizou uma mostra gratuita de filmes baianos em 35mm, na sala de cinema do museu Eugênio Teixeira Leal, e uma mostra de vídeo no museu Abelardo Rodrigues. Promoveu também duas oficinas: uma de Fotografia com experiência em laboratório, ministrada pelo fotógrafo Aristides Alves; e uma oficina de Videomaker ministrada por Davi Cavalcanti – artista plástico, videomaker que desenvolve experiências em arte e tecnologia, além de atua como educador pelo audiovisual em ONGs, projetos sociais e oficinas independentes.
OUTUBRO – Realização do Workshop de Câmera e Luz em dois programas destinados a profissionais da área de cinema: Iniciante (carga horária 16h) e Avançado (8h). O workshop foi ministrado por Mariano Kweller, operador de câmera da TV Globo, já tendo realizado trabalhos no exterior para MIramax, Disney, HBO, MTV, VH-1, NBC e Fox, entre outros.
NOVEMBRO – A instituição recebeu do Secretaria Nacional da Justiça a qualificação como OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, registrada sob o processo MJ número 08071.00051/2004-41.
Ano: 2005
Co-produção do documentário “Mandinga em Manhattan”, atualmente em fase de filmagem. O documentário enfoca a história da expansão da capoeira do Brasil para o mundo, com locações no interior da Bahia e nos Estados Unidos (Nova York, Chicago e Los Angeles). Produzido através do edital DOC TV – TVE/BA.
Co-produção do longa-metragem “Cidade das Mulheres”, documentário que aborda a cultura negra e seus descendentes, privilegiando o matriarcado no candomblé. Atualmente em fase de finalização.
Concepção do projeto “O Terceiro Estágio”, vídeo educativo de 55min em fase de pré-produção. Conta a história do meio ambiente na Bahia a partir da implantação da Tibrás (fábrica de titânio) em Arembepe. O eixo é a evolução do pensamento ambiental nos segmentos industrial, governamental e social, com o objetivo de educar empresas a utilizarem uma tecnologia limpa.
Participação no Festival Internacional de Cinema de Algarve – FICA (Portugal, 9 a 15 de maio), apresentando um curta-metragem baiano selecionado para a Mostra Competitiva e uma mesa-redonda sobre o Mercado Audiovisual Ibero-americano. A viagem também teve como objetivo fechar a parceria com a direção do FICA para produção da I Mostra de Cinema Brasileiro no Algarve, em setembro e da I Mostra de Cinema de Língua Portuguesa na Bahia, em novembro.
Participação no Workshop Digital Filmmaking-THE SHOE Project-7 short films(23 de junho a 06 de agosto)-Barbados_ Caribe. Casa de Cinema da Bahia e The Film Group of Barbados
Produção executiva junto com a LX Filmes-Lisboa do Festival Internacional de Cinema e Vídeo dos Países de Língua Portuguesa IMARgens em Cabo Verde.
2006
Produção e execução de oficina de Roteiro com Claudio Nigro roteirista Italiano, duração de 10 dias
Produção e execução de oficina de direção de fotografia com Lázaro Santana, teoria e pratica com 4 câmeras digitais.
Produção e execução de oficina de produção com Flavio Leandro.
2007
Lançamento da primeira edição do Bahia Afro film Festival no Palácio da Aclamação.
2008
Segunda Edição do Bahia Afro Film Festival na Senzala do Barro Preto no Curuzu, Ile Aye, Liberdade.
Produção do documentário Mandinga en Colombia, gravado em co-produção com o canal Telepacifico canal publico da Colombia, gravado em Bogota, Cartagena, Barranguilha, Magdalena, Santa Marta, Palenque de San Basilio, Malagana, Cali, Buena Ventura, o documentário destaca o encontro da capoeira com a cultura Afro Colombiana.
2009
Desenvolvimento dos projetos de longa metragem “À Procura de Palmares” do roteirista Flavio Leandro e do documentario de longa metragem “Roda do Mundo” uma viagem ao encontro da capoeira nos 5 continentes.
Lançamento do Bahia Afro Film Festival em Firenze, sendo exibidos varios filmes durante uma semana e no dia da conciencia negra, 20 de novembro foi exibido no auditorio da Casa de la Criativita o filme “A Cidade das Mulheres” , em seguida foram feitas apresentações em Roma.
2010
Lançamento da III Edição do Bahia Afro Film Festival em Cachoeira, de 13 a 23 de maio de 2010.
ver os sites www.casadecinemadabahia.com.br www.bahiaafrofilmfestival.com.br
Festivais de Cinema do Mundo
FESTIVAL DE CINEMA DE VENEZA
O Festival Internacional de Cinema de Veneza (Mostra Internazionale d’Arte Cinematografica) é realizado desde 1932. O festival acontece no Palazzo del Cinema.Embora seja anual,o festival faz parte da Bienal de Veneza, uma exposição internacional das artes que se celebra a cada dois anos nesta cidade italiana.O Festival de Veneza é uma mostra competitiva cuja principal prêmio, o de melhor filme, é o Leão de Ouro (Leone d’Oro). O júri também concede o prêmio Leão de Prata (Leone d’Argento) ao melhor diretor/realizador e o Leão de Prata – Grande Prêmio do Júri.O criador do Festival de Veneza, Conde Volpi, não era apenas um industrial abastado, mas também amigo de Benito Mussolini.
Logo os fascistas da Itália dominaram o festival, que por fim se tornou um evento fechado para as Potências do Eixo, Alemanha, Itália e Japão. Entre os premiados brilhava a “cineasta do Führer” Leni Riefenstahl, e, certa vez, até mesmo o filho do Duce, Vittorio Mussolini.FELLINI,BERGMAN E CIA.A reabertura do festival em 1947, no pátio interno do Palácio Ducal, conta até hoje como a mais gloriosa edição do evento. É nesse ano que também se criou o prêmio “Leone d’Oro”, representando o leão alado, símbolo da cidade. Desde então, ele é uma das distinções mais cobiçadas do mundo do cinema, ao lado do Oscar e da Palma de Ouro de Cannes.Iniciava-se a época áurea para o Festival Internacional de Cinema. Lá o mundo descobriria o japonês Akira Kurosawa e o sueco Ingmar Bergman. Os mestres italianos Luchino Visconti, Michelangelo Antonioni e Federico Fellini também festejaram seus grandes sucessos em Veneza.
A mostra internacional da sétima arte,em Veneza, parece ser tão indestrutível como a própria (improvável) cidade à beira da Laguna. Prova disso, é a intenção de construir um novo Palazzo del Cinema, contando até mesmo com a promessa de apoio financeiro por parte do governo.O último agraciado com o Leão de Ouro é o fime “The Wrestler”,de Darren Aronofsky,com Mickey Rourke.
FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE ROTTERDAM
O International Film Festival Rotterdam (IFFR) realiza-se anualmente em vários cinemas em Rotterdam, Países Baixos, no final de janeiro. É um dos maiores festivais da Europa, ao lado de Cannes, Veneza, Berlim, e de Locarno. O festival usa um tigre como seu mascote.
O primeiro festival – então chamado ‘International Film’ – foi organizado em Junho de 1972 sob a liderança e inspiração de Hubert Bals. Desde o início, o festival tem perfilado-se como um divulgador de filmes alternativos, inovadores e não-comerciais, com destaque para filmes asiáticos e de países em desenvolvimento. Apesar das dificuldades financeiras, em meados da década de 1980, o festival tem crescido a um ritmo constante, atingindo 367.000 visitantes em 2007..O caráter não-competitivo do festival mudou em 1995, quando o VPRO Tiger Awards foram introduzidos – três prémios anuais para jovens cineastas do seu primeiro ou segundo filme.
FESTIVAL DE CINEMA DE LOCARNO
Considerado o quarto no ranking mundial dos festivais, Locarno é ainda o mais autêntico.Durante onze dias, o Festival de Cinema de Locarno na Suíça, transforma-se na capital mundial do cinema de autores, atraindo mais de 200.000 aficionados e profissionais da sétima arte até esse pequeno povoado suíço-italiano no coração da Europa.Estes podem ser considerados os principais festivais de cinema da Europa,continente fascinado por cinema,onde os festivais acontecem durante o ano todo.Podemos citar,também,os festivais de Londres,San Sebastian (Espanha),República Tcheca e muitos outros.A seguir,falaremos um pouco sobre festivais de Cinema nos EUA e no Brasil.FONTE de PESQUISA:Wikipédia
FESTIVAIS DE CINEMA-III
Vamos falar um pouco sobre os principais Festivais de Cinema da América do Norte,o Toronto Film Festival,no Canadá,e o Sundance,nos EUA.SUNDANCE FILM FESTIVALO Festival Sundance de Cinema iniciou-se em 1978, como U.S. Film Festival. Em 1985, o Sundance Institute, fundado anos antes por Robert Redford com o intuito de ajudar novos cineastas, incorpora o festival entre seus programas, dirigindo o evento para as produções independentes. Hoje, o Sundance é o maior festival de filmes independentes dos EUA. Os principais prêmios são o de melhor filme e o de melhor documentário.
TORONTO FILM FESTIVAL
De caráter mais comercial,serve como uma vitrine para as novas produções cinematográficas serem comercializadas.Acontece todo mês de setembro e é uma alavanca para os futuros filmes candidatos ao Oscar serem lançados,e serve de première para as produções realizadas no final da temporada.Recentemente(em 2007),criou-se o Brazilian Film Festival of Toronto (Festival de Cinema Brasileiro em Toronto) –fruto da parceria de uma produtora brasileira e uma canadense,com o intuito de aquecer o mercado e possibilitar mostrar ao público canadense a diversidade do cinema nacional e sua interpretação sobre a cultura brasileira.Os vencedores são agraciados com o Troféu Golden Maple e também uma quantia em dinheiro.O evento está registrado na Ancine e faz parte do Guia Brasileiro de Festivais de Cinema.
FESTIVAL DE CINEMA DE HAVANA
O Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana é um festival que premia filmes latino-americanos e com temas latinos.É realizado anualmente no mês de dezembro ,em Cuba.São cerca de 40 prêmios,divididos nas categorias Filmes,Documentários ,Animação ,Primeiro trabalho ,Direção ,Cinematografia ,entre outros.
FESTIVAIS DE CINEMA NO BRASIL
No Brasil,realizam-se diversos Festivais por todo o país para promover o cinema latino-americano e,em especial o nacional.Destaco,aqui os já tradicionais Festivais de Gramado e de Brasília.
FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO
É realizado anualmente, desde 1973, no Palácio dos Festivais ,em Gramado-RS. Desde sua 20a edição (1992), inclui não apenas produções brasileiras, mas também filmes de origem latina – passando a se chamar “Festival de Cinema Brasileiro e Latino”. Foi, na década de 1980, o mais importante festival de cinema do Brasil.
Oficializado pelo Instituto Nacional de Cinema (INC) em janeiro de 1973, o Festival do Cinema Brasileiro de Gramado teve seu ponto inicial nas mostras promovidas durante a “Festa das Hortênsias”,entre 1969 e 1971.O 1º Festival do Cinema Brasileiro de Gramado aconteceu de 10 a 14 de janeiro de 1973, passando a realizar-se todos os anos – primeiramente no verão, depois no outono e, a partir dos anos 90, no mês de agosto.Seu prêmio,o Kikito,é a representação do Deus da alegria.Surgido em plena época da Ditadura Militar,o festival sempre foi palco de discussões contra a censura e a favor da liberdade.Hoje, festival é um espaço indispensável para a divulgação, discussão, crítica e incentivo à criação cinematográfica nacional.
FESTIVAL DE CINEMA DE BRASÍLIA
No contexto nacional, o festival brasiliense surge numa época em que as radicalidades artísticas fazem presença nos movimentos e manifestações de cinema, música e teatro. Desde 1965, o festival brasiliense se pautou por ser espaço de polêmicas e encontros notáveis, revelando os novos valores que iriam trazer alento para a criação cinematográfica brasileira. Em 1967, a semana torna-se Festival do Cinema Brasileiro e, nos próximos quatro anos virão, momentos de alta voltagem ideológico-cultural em torno dos filmes que então se produzem, muitos no mais inequívoco esquema marginal. Projetar um filme pela primeira vez para um público no Festival de Brasília passou a ser um teste de força criadora desafiador. Alguns nomes que fizeram o cinema brasileiro ser concretamente uma idéia na cabeça e uma câmera na mão iniciaram suas obras e embates no mundo cultural a partir de Brasília,como por exemplo,Nelson Pereira dos Santos.
AS OFICINAS DO II BAHIA AFRO FILM FESTIVAL 2008
12/06/2008
AS OFICINAS DO II BAHIA AFRO FILM FESTIVAL 2008
As oficinas do II Bahia Afro Film Festival 2008 visam justamente a formação de novos profissionais e o aperfeiçoamento dos que já atuam na área. Elas serão ministradas por profissionais renomados e visam principalmente a inserção do aluno da escola publica principalmente os afrodescendentes e os de origens indígenas. De forma que pretendemos realizar as seguintes oficinas:
Oficina de Formação do Produtor Cultural
Formação do Técnico Cinematográfico
Produção Executiva em Cinema
CULTURA NEGRA É TEMA DO II BAHIA AFRO FILM FESTIVAL
10/11/2008
CULTURA NEGRA É TEMA DO II BAHIA AFRO FILM FESTIVAL
II Bahia Afro Film Festival – Imagine Todo o Povo Negro Juntos
De 16 a 21 de dezembro de 2008
Ilê Aiyê – Senzala do Barro Preto / Salvador / Bahia
Salvador, com sua diversidade étnica e marcante herança africana, é a cidade mais negra fora da África. A força das tradições de origem africana pode ser percebida no cotidiano dos moradores da cidade, com aspectos relevantes na religiosidade, festividade, musicalidade e demais expressões artísticas. Essa riqueza cultural e histórica desperta a atenção de pessoas dos quatro cantos do mundo, que voltam seus olhos para Salvador.
É nesta cidade tão vista, elogiada, cantada e registrada que acontecerá a segunda edição do Bahia Afro Film Festival, uma mostra internacional de produções cinematográficas que enfocam a cultura negra em seus diversos aspectos ou tenham como referenciais a contribuição dos povos afrodescendentes para o mundo. O evento acontecerá entre os dias 16 a 21 de dezembro, na Senzala do Barro Preto, espaço cultural e sede do mais antigo bloco afro da Bahia, o Ilê Aiyê, localizado na Ladeira do Curuzú, no Bairro da Liberdade.
O Festival promoverá um importante intercâmbio entre realizadores do campo áudio-visual da África e dos países da Diáspora africana, como Estados Unidos e Brasil, além de possibilitar ao público interessado em cinema o acesso a importantes obras da cinematografia mundial, tanto produções da indústria do cinema como produções independentes.
Através do slogan Imagine todo o povo Afro Juntos, durante os seis dias, o Festival priorizará em sua programação, mostras cinematográficas de curtas, média e longas metragens; de ficção, documentários e animação, além de oficinas, encontros com realizadores, homenagens a artistas, apresentações de outras linguagens artísticas, entre outras atividades.
Casa de Cinema – O Festival é uma iniciativa da Casa de Cinema da Bahia e terá a curadoria do cineasta Lázaro Faria. Com sede no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador, a Casa de Cinema da Bahia é uma associação sem fins lucrativos que tem como missão a promoção do cinema, através do registro de tradições culturais baianas e da inclusão social pelo audiovisual.
“O Bahia Afro Film Festival é um grande momento de celebração e reflexão sobre a participação da Bahia no cinema mundial e da força da cultura negra nesse processo. Reuniremos, em Salvador, cineastas negros da diáspora africana, com a finalidade de promover um grande intercâmbio cultural envolvendo trocas de saberes, de olhares e de escutas”, explica Lázaro Faria.
Além de participações em mostras e festivais pelo mundo, Lázaro Farias é responsável pelas seguintes produções: O Corneteiro Lopes, filme curta metragem sobre a luta pela independência da Bahia, de 2003, Mandinga em Manhattan, documentário sobre a expansão da capoeira pelo mundo, de 2005, e Cidade das Mulheres, longa que aborda a cultura negra e seus descendentes, privilegiando o matriarcado no Candomblé, de 2006.
Entre os convidados do BAFF estarão representantes dos mais importantes festivais de cinema do Brasil, além de instituições internacionais, como: a Black Filmakers Foundation de New York, que produz festivais de arte negra há mais de 30 anos; o Pan African & Arts de Los Angeles; o Festival Internacional de Burkina Fasso – festival de maior platéia do mundo; a Film Commission da Nigéria – 2º maior produtor mundial de cinema; o Docanema – Festival Internacional de Cinema Afro de Moçambique, e Magdalena Castro, diretora da Cinemateca de Calli, na Colômbia, que possui um acervo de mais de 1200 filmes produzidos por jovens que saíram da marginalidade através do audiovisual.
“O Bahia Afro Film Festival nasceu por entender que carecermos de uma política concreta e propulsora de ações que produzam talentos na linguagem cinematográfica. Estamos propondo ações que venham a culminar num pólo de cinema que se empenhe em registrar nossa cultura e se aproprie dessa responsabilidade. Que forme, capacite e especialize técnica e intelectualmente profissionais habilitados para um mercado que pode ser gerador de renda e emprego da cultura baiana”, ressalta Lázaro Faria.
FESTIVAL TRAZ GRANDES NOMES DO CENÁRIO AUDIOVISUAL INTERNACIONAL
17/11/2008
FESTIVAL TRAZ GRANDES NOMES DO CENÁRIO AUDIOVISUAL INTERNACIONAL
Para falar de suas produções audiovisuais e compartilhar experiências, a segunda edição do Bahia Afro Film Festival traz para Salvador representantes de instituições internacionais que também produzem festivais de cinema em seus respectivos países. Dentre eles estão Magdalena Castro, presidente da cinemateca de Cali, terceira maior cidade da Colômbia, e que possue um acervo com mais de 1200 filmes produzidos por jovens que encontram no audiovisual uma alternativa à marginalidade; Warrington Hudin, presidente da Black Filmmaker Foundation – New York, que há mais de 30 anos produz festivais com o objetivo de promover a cultura negra na produção cinematográfica e o diretor, cineasta e membro da Amocine, Zego de Moçambique, que será um dos curadores da edição de 2008 do BAFF, entre outros.
Além das participações internacioais, o BAFF conta com o apoio de diversas instâncias nacionais: o IRDEB e a TVE; a Rádio Educadora da Bahia;a Secretaria de Educação, através da coordenação de diversidade Étnica, o IPAC- Instituto de Patrimônio Artístico e Cultural, através da coordenação do Pelourinho Dia & Noite; a DIMAS, a Fundação Cultural Palmares Secretaria de Turismo e o Centro de Estudos Afro Orientais (CEAO). “Todos estes apoios contribuem para a realização de um evento vanguardista como este, ajudando a disseminar a cultura afro-descendente e, principalmente, dando visibilidade, como uma forma de reparação cultural e social históricas”, destaca Dhay Borges, diretor executivo do BAFF.
O II Bahia Afro Film Festival é uma realização da Casa de Cinema da Bahia e acontece de 16 a 21 de dezembro, no Ilê Aiyê – Senzala do Barro Preto, Salvador-Bahia.
SEMINÁRIO PROMOVE DEBATE SOBRE O CINEMA E EDUCAÇÃO
13/12/2008
SEMINÁRIO PROMOVE DEBATE SOBRE O CINEMA E EDUCAÇÃO
Temática será abordada no II Bahia Afro Film Festival. Exibições gratuitas de filmes acontecem até o dia 21 de dezembro.
A utilização do cinema de temática negra no ensino da História e Cultura afro-brasileiras nas escolas. Este será o tema do Seminário “O Negro e o Cinema no Contexto Educacional Multimídias e a Lei 10.639/03”, realizado pelo II Bahia Afro Film Festival (BAFF), no dia 15 de dezembro, das 8h30 às 17h, no Museu Eugênio Teixeira Leal (Pelourinho). O II BAFF prossegue até o dia 21 de dezembro com exibições de filmes de países africanos e da Diáspora Negra, como Brasil, Estados Unidos e Colômbia, na Senzala do Barro Preto, sede do Ilê Aiyê, no Curuzu.
Entre os filmes que serão exibidos gratuitamente estão: Nappy Heads, dos EUA, sobre os ritmos musicais de origem africana; Sete Dias em Burkina, documentário sobre Burkina Faso, país da África Ocidental; Samba Riachão, sobre um dos ícones do samba baiano; O pescador de estrelas, animação colombiana; DRUM, ficção da África do Sul e Balé de pé no chão, sobre a trajetória de Mercedes Batista, a 1º bailarina clássica negra do Brasil. A abertura do Festival será dia 16 de dezembro, às 20h, com o documentário Até Oxalá vai a Guerra, de Carlos Pronzato e Stefano Barbi sobre a demolição do terreiro de candomblé OYÁ ONIPÓ NETO, pela Prefeitura de Salvador, em 2008.
A programação completa esta no site: www.bahiaafrofilmfestival.com
Com o objetivo de promover um debate acerca das potencialidades do audiovisual na prática educacional, o Seminário reunirá pesquisadores, professores e estudantes para discutir como o cinema pode reforçar o conteúdo da referida Lei. Dentre os palestrantes que falarão sobre as relações do cinema de temática afro e a educação estão o cineasta Póla Ribeiro, diretor-geral do Instituto de Rádio-Difusão Educativa da Bahia (IRDEB), a vereadora e pedagoga Olívia Santana, o educador Antonio Cosme e o antropólogo Cláudio Pereira (CEAO/UFBA), entre outros.
“O seminário nasce com a proposta de discutir duas questões que envolvem grandes desafios da educação na atualidade: a relação entre educação e o audiovisual e o ensino sobre cultura africana e afro-brasileira. Assim, pretende-se realizar uma discussão em torno da ferramenta pedagógica que o audiovisual pode oferecer para a prática educacional.”, destaca Dhay, produtor executivo do II BAFF.
Os principais temas que serão abordados nas mesas de debates são: Mídia e Educação e História e Cultura da África e da Diáspora. Os participantes receberão certificado de participação com carga horária de 7 (sete) horas. Além disto, poderão participar também das exibições que ocorrerão durante o II Bahia Afro Film Festival, realizado pela Casa de Cinema da Bahia, que acontece de 16 a 21 de dezembro, no Ilê Aiyê – Senzala do Barro Preto, Salvador-Bahia.
O Seminário é aberto para professores, pesquisadores e estudantes interessados na temática. As inscrições podem ser feitas através do e-mail seminario@bahiaafrofilmfestival.com, até o dia 10/12.